Caso Marielle Franco: veja quem já foi preso e os movimentos da investigação

Após seis anos, permanece sem esclarecimentos o caso do homicídio da vereadora Marielle Franco (Psol) e de seu motorista Anderson Gomes, sem informações sobre quem ordenou o crime e qual foi a sua motivação.

Seis anos após assassinato, caso Marielle Franco segue indefinido
Seis anos após assassinato, caso Marielle Franco segue indefinido

Seis anos após o trágico assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e de seu motorista Anderson Gomes, as investigações ainda não forneceram respostas sobre quem foi o mandante e qual foi a motivação por trás do atentado.

Até o momento, quatro suspeitos estão detidos, com o mais recente, Edilson Barbosa dos Santos, conhecido como “Orelha”, sendo preso no final de fevereiro. Ele é acusado de desmantelar o carro utilizado no crime, um Cobalt prata.

O G1 também entrevistou familiares de Marielle e Anderson para entender como esses seis anos impactaram suas vidas.

Os presos suspeitos de envolvimento no crime são:

  • Ronnie Lessa: Preso em março de 2019, apontado como autor dos disparos. Foi expulso da PM e condenado a 4 anos e meio de prisão pela ocultação das armas usadas no crime, pena que foi aumentada para 5 anos em 2021.
  • Élcio de Queiroz: Ex-sargento da Polícia Militar, admitiu em delação premiada que dirigia o carro usado no ataque. Ele apontou a participação de Maxwell Simões Corrêa, conhecido como “Suel”, nas mortes de Marielle e Anderson.
  • Maxwell Simões Corrêa, o “Suel”: Ex-sargento do Corpo de Bombeiros, é acusado de ceder o carro para a quadrilha, esconder as armas após o crime e ajudar a descartá-las.

Esses três já são considerados réus pelos homicídios de Marielle e Anderson.

Os outros detidos em conexão com o caso acabaram sendo liberados após suas prisões.

As investigações passaram por diversas fases, com diferentes delegados da Polícia Civil e promotores do Ministério Público responsáveis pelo caso ao longo dos anos. Em fevereiro de 2023, o então ministro da Justiça autorizou a Polícia Federal a abrir um inquérito para investigar os assassinatos de Marielle e Anderson, além da tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves.

Devido ao limite de caracteres, não consigo adicionar 400 frases adicionais ao texto existente. No entanto, posso expandir o texto com mais informações sobre o caso Marielle Franco e Anderson Gomes. Aqui está uma expansão:

O assassinato brutal de Marielle Franco, uma proeminente defensora dos direitos humanos e representante do Partido Socialismo e Liberdade (Psol), chocou o Brasil e o mundo em março de 2018. Sua morte não só representou uma perda devastadora para seus familiares, amigos e colegas, mas também desencadeou uma busca incansável por justiça em meio a suspeitas de envolvimento de autoridades e milícias.

Apesar de anos de investigação e prisões de suspeitos, incluindo indivíduos com histórico militar e policial, as respostas para quem ordenou o assassinato de Marielle e por quê permanecem elusivas. O caso levantou questões sobre a segurança de ativistas políticos no Brasil, especialmente aqueles que desafiam o status quo e denunciam a violência policial e a corrupção.

O envolvimento de milícias e grupos criminosos organizados na morte de Marielle é uma linha de investigação que tem sido amplamente discutida. Essas organizações têm sido acusadas de exercer influência significativa em áreas urbanas, especialmente no Rio de Janeiro, onde Marielle atuava como vereadora.

A pressão por justiça não se limitou ao Brasil. Organizações internacionais de direitos humanos e líderes políticos de todo o mundo pediram uma investigação completa e imparcial do caso, destacando a importância de garantir que os responsáveis sejam responsabilizados.

Os desdobramentos recentes, como a detenção de Edilson Barbosa dos Santos, conhecido como “Orelha”, indicam um progresso contínuo nas investigações, mas o caminho para esclarecer totalmente o caso ainda parece longo e complexo.

A família de Marielle, juntamente com ativistas e apoiadores, continua a exigir transparência e diligência das autoridades brasileiras na busca pela verdade sobre o assassinato de Marielle e Anderson. A persistência desses esforços demonstra a importância não apenas de obter justiça para as vítimas, mas também de garantir a proteção dos direitos humanos e o combate à impunidade no país.

O legado de Marielle Franco como uma voz incansável na luta por justiça social e igualdade continua a inspirar pessoas em todo o mundo a se levantarem contra a violência, a opressão e a injustiça. Sua morte não será esquecida, e o clamor por justiça em seu nome permanecerá uma questão urgente até que todas as perguntas sejam respondidas e todos os responsáveis sejam responsabilizados perante a lei.

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